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 de
Tere
Penhabe
Era uma vez uma festa que
aconteceu em Santos entre pareio e poeta ao final, um grande bando pra
rimar e encher a pança lá no tal do Maré Mansa só nove foram
chegando.
A loira espetacular de canto ficou a olhar ninguém sabe
se frustrada ou receio de chegar pois veio meio de longe pra amarrar o
burro aonde? no vento da beira mar.
Foi é salva pelo gongo porque
então a Eliana moça porreta da gota uma boa samaritana salvou a Naida
da fome chamando-a pelo nome que ela entendeu a manha.
Feita a tal
apresentação como quem não se interessa vai seguindo a confraria rumo
ao melhor da festa à mesa da feijoada peixe, pirão e rabada ser poeta
não é ser besta.
Vai daí que a grande dama põe as mãos no
coração com trejeitos de pesar lamento e desilusão _ Triste sina essa
minha a feijoada é assassina se como, vou pro caixão.
Mas ao final
da quizila acredite quem quiser não houve cá nesse mundo homem,
criança, mulher que comesse mais que ela noves fora a esparrela só não
comeu rabo e pé.
Enfastiados, cansados daquela "triste" labuta cada
um segue seu rumo esperar próxima luta mas ainda teve a cena da que
vende megasena mas essa é cicuta pura.
Chegou a noite de gala de
Marcial Salaverry vinhos, livros e petiscos que deu gosto de assistir a
bata do anfitrião uma bela aculturação fez Santos ser de Zumbi.
Mas
nada acabou aqui em glamourosa união foram todos ao Floriano na
confraternização que a turma da feijoada não comeu é quase nada mas
valeu pela intenção.
Aqui eu já não me arrisco a relacionar poeta a
mesa era muito grande de ponta a ponta, completa o que lembro é
casual da Ciducha no final difamar a mortadela.
Vale também
ressaltar que houve necessidade dum reforço de linguiça pois acabou na
cidade nunca vi na minha vida gente comer mais linguiça foi uma
barbaridade!
Almoço "chic no úrtimo" o tal safari encerrou ninguém
lá comeu macaco muitos prêmios se ganhou destaco o Jardim do
Nilo sonhos de homem menino que a amiga Gui nos doou.
Mas foi uma
grande festa não duvidem meus senhores Um Brasileiro na África pode
ter vivido horrores mas o livro ao ser lançado teve homenageado poeta,
amigos e autor!
Tere Penhabe Santos,
08/05/2006_9:45hs

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