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 de
Tere Penhabe
Ele não deixa espaço para nada, Que seja bom, profícuo, benfazejo, E do
que tem, mais forte é o desejo, Que a vida seja, puramente fada.
Ele
cultiva sonhos de braçada, Para essa lida tem grande traquejo. Ao sonho
alheio, doa, malfazejo, Forte intenção que morra na emboscada.
Quem a
ele se entrega, docemente, Sem se empenhar em luta ou rebeldia, A própria
dor está profetizando...
Porque ele suga o ser, covardemente, E o
torna nada mais que anomalia. É do egoísmo que eu estou
falando!
Tere
Penhabe Santos,
14/07/2009

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Copyright 2009 por Terezinha A.
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