|
 de
Tere Penhabe
A poesia está morrendo em mim, porque calado está meu coração. O tempo
agoniza e ninguém mais precisa, dessas pobres rimas sem paixão. Você ficou
com tudo na partilha, não me deixou sequer inspiração...
Se alguém
anseia por meus tristes ais, (Que por certo já não satisfaz) Tem que
esperar chegar um novo amor para encantar, porque esse já não dá mais
show, sequer balada ou samba ele há de dar, faz tempo que morreu, que
acabou.
Você foi egoísta. Eu, pessimista. Baixamos as cortinas sem
razão, agora é tarde, que adianta alarde? A casa está vazia, nada foi
como a gente queria, e acabou até a esperança e a ilusão...
Chore
por aí quanto quiser, eu não quero saber , cansei de duetar, parceira como
eu você jamais vai encontrar! Chega de humilhação, de mendigar... A vida
com você ou sem você já tanto faz. Adeus, até breve ou até nunca mais, eu
vou em frente sem querer, sem precisar, porque o meu show tem que
continuar!

 ©
Copyright 2009 por Terezinha A.
Penhabe® Santos . SP - Brasil Todos os direitos reservados ®. Não
pode ser utilizado sem permissão do autor.
Midi: Lesões Corporais Compositor: Gilson
e Joran Intérprete: Emílio Santiago
|