de Tere Penhabe

 

Vieste me acordar... quanta maldade!
Logo agora que vinha tão faceira,
A me ofertar sorrisos, altaneira,
Essa doce mulher de meia-idade...

Sabes quem é? Conheces de verdade?
Diga-me, pois, se não é brincadeira,
Ela de fato mora na ribeira,
E o nome dela é Felicidade?

Sei que sonhei mas sonho todo dia,
A minha vida é um sonhar constante,
E até no sonho vivo a procurar...

Falam-me tanto dessa tal magia,
O tempo me parece agonizante...
E ela é tão difícil de encontrar!

 

              Tere Penhabe
              Santos, 14/11/2008

 

 

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Midi: Felicidade
Compositor e Intérprete: Lupicínio Rodrigues

 

 

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