de Tere Penhabe

 

Quando te vejo chegando devagarinho
perco as rédeas do meu coração
perco o norte, desafio a morte
tudo o mais, é pequeno pra mim
e não devia ser assim...

Mas não posso evitar esse sorriso
monopolizando todos os meus sentidos
impedir que o pensamento voe apressado
cortando futuro, presente e passado
para ficar a sós contigo...

Quando te reconheço na multidão
desespera-me não conseguir alcançar-te
tocar teu braço, mostrar-me presente
para que possas me olhar tão contente
como sempre faz quando me vês...

E se alguém me chama nessa hora
oh, céus, que vontade de mandar embora!
Será que ninguém sente, ninguém entende
que te encontrar é precioso demais para mim
mesmo sabendo que não devia ser assim...

Deus queira que não te afastes, que me esperes
porque ainda que o mundo não compreenda
nós dois sabemos, o quanto é importante
essa gota de amor tão intensa e cintilante
que se forma no encontro dos nossos olhares...

 

              Santos, 03/09/2006_16:30hs

 

 

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