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 de
Tere
Penhabe
Será que está me ouvindo, mãe...? Se estiver, saberá enfim o
quanto me faz falta! Pois sempre, da memória, uma lembrança
salta mostrando nossos risos, nossas parcerias, nossas voltas...
No
coração, ninguém jamais ocupou o seu lugar! Algum dia, ainda haveremos de nos
encontrar... É esse pensamento que me alenta, que me acalma: Saber que vou
poder abraçá-la de novo...
Rever aquele olhar sereno, às vezes
indócil, crítico sempre, mas tão companheiro! Ah mãe, como a vida passou
ligeiro! Eu tinha tanto para lhe dizer, que não deu tempo...
Mas ainda
bem que houve tempo, uma única vez, de tocar seu rosto com carinho, sentir
sua tez, ouvindo-a dizer para eu me cuidar... E eu lhe disse o quanto a
amava!
Espere por mim, mãe...
Tere Penhabe Santos,
14/09/2006

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Nota
da
webmaster:
Foto
de
Eva
de
Gregório
Penhabe,
mãe
de
Tere
Penhabe,
minha
avó.
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 ©
Copyright 2008 por Terezinha A.
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pode ser utilizado sem permissão do autor.
midi: Tristeza
do
Jeca compositor:
Angelino
de
Oliveira
intérprete:
Chrystian
e
Ralf
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