de Tere Penhabe

 

Será que está me ouvindo, mãe...?
Se estiver, saberá enfim o quanto me faz falta!
Pois sempre, da memória, uma lembrança salta
mostrando nossos risos, nossas parcerias, nossas voltas...

No coração, ninguém jamais ocupou o seu lugar!
Algum dia, ainda haveremos de nos encontrar...
É esse pensamento que me alenta, que me acalma:
Saber que vou poder abraçá-la de novo...

Rever aquele olhar sereno, às vezes indócil,
crítico sempre, mas tão companheiro!
Ah mãe, como a vida passou ligeiro!
Eu tinha tanto para lhe dizer, que não deu tempo...

Mas ainda bem que houve tempo, uma única vez,
de tocar seu rosto com carinho, sentir sua tez,
ouvindo-a dizer para eu me cuidar...
E eu lhe disse o quanto a amava!

Espere por mim, mãe...

 

Tere Penhabe
Santos, 14/09/2006

 

 

 

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Nota da webmaster: Foto de Eva de Gregório Penhabe, mãe de Tere Penhabe, minha avó.

 


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midi: Tristeza do Jeca
compositor: Angelino de Oliveira
intérprete: Chrystian e Ralf

    

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