de Tere Penhabe

 

Talvez eu seja como Hades era,
Na sua timidez de humilde deus;
Sonhando sem ganância os sonhos meus,
Sem me desesperar com tanta espera.

Tendo amor, tenho mais que ele tivera,
E Poseidon não impõe os desejos seus,
Mesmo que o mar, tenha lhe dado Zeus,
Perto do que eu ganhei é uma quimera.

Quando a janela abri, o peito aflito...
Eu vi, por ela entrarem andorinhas,
E tantas outras lindas avezinhas...

Trouxeram a voz ao meu dia bendito!
Foi fácil entender que Zeus perdeu...
Pois quem ficou com o céu aqui fui eu!

 

Tere Penhabe
Santos, 06/04/2008

 

 

 

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