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 de Tere Penhabe
Além de cego o amor também é mudo. Na tentativa vã
que me notasse, Vi a sensatez ruir quase de tudo. Não me veria mesmo que
gritasse...
Esse embalo do sonho até ajudo... Se eu conseguisse que
você me amasse, Sonhar teria um leito de veludo, E a minha fé talvez não
fracassasse...
Reduzo-me, contrita ao mar de versos, Perdida em
pensamentos sem razão, Que afagam meu puído coração...
Naufrago nos
conceitos controversos... Se é mesmo cego o amor, não saberei... Minha
certeza é só de que eu amei!
Tere
Penhabe
Itanhaém,
05/092007

 ©
Copyright 2008 por Terezinha A.
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pode ser utilizado sem permissão do autor.
midi:
Começo, meio e fim compositor:
Ney Azambuja, Paulo Sérgio Valle e Tavito intérprete:
Roupa Nova
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