de Tere Penhabe

 

Além de cego o amor também é mudo.
Na tentativa vã que me notasse,
Vi a sensatez ruir quase de tudo.
Não me veria mesmo que gritasse...

Esse embalo do sonho até ajudo...
Se eu conseguisse que você me amasse,
Sonhar teria um leito de veludo,
E a minha fé talvez não fracassasse...

Reduzo-me, contrita ao mar de versos,
Perdida em pensamentos sem razão,
Que afagam meu puído coração...

Naufrago nos conceitos controversos...
Se é mesmo cego o amor, não saberei...
Minha certeza é só de que eu amei!

 

Tere Penhabe
Itanhaém, 05/092007

 

 

 

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midi: Começo, meio e fim
compositor: Ney Azambuja, Paulo Sérgio Valle e Tavito

intérprete: Roupa Nova

 

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