|

 de
Tere
Penhabe
Em outro bar, em outra noite de luar vejo no espelho, meu sorriso
apagado a fumaça do cigarro a ofuscar a tristeza que sobrou como
legado.
Houve sonhos nesse olhar sem esperança no brinde para
saudar a vida a dois mas o tempo, esse carrasco da bonança, quando
acordei, era tarde, ele se foi.
A noite morre, não morre a minha
sede também o sono, já devia ter chegado como quando ressonávamos na
rede.
Ou no chalé, ouvindo a chuva no telhado com o fogo
crepitando na lareira como pôde, não durar a vida inteira?
Tere
Penhabe Santos,
15/08/2007
Veja
a versão em Espanhol

 ©
Copyright 2007 por Terezinha A.
Penhabe® Santos . SP - Brasil Todos os direitos reservados ®. Não
pode ser utilizado sem permissão do autor.
|