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 de
Tere Penhabe
Fecho os olhos e tento imaginar como seria bom poder
falar sentir esse carinho mais de perto olhar nos olhos,
confabular...
Ou simplesmente se deixar ficar. Entregues ao nada, ao
mundo ao sereno da madrugada, estampado no vidro da
janela...
Esperar o sol, servir o sol ao mar e a você, só o meu amor,
antigo meio gasto e meio puído, mas tão inteiro e verdadeiro...
Que
fosse o último, talvez já que não pôde ser o primeiro. Que inundasse a
vida de sentido essa vida adormecida, sonâmbula...
Ah! Que sonhos são
esses, intrusos que arrombam a porta do meu coração? De sofrer eu não
temo, meu braço é o remo da vida, e aprendi a remar, com o mar...
E é
tão bom sonhar!!!!!!
Tere
Penhabe Santos, 18/06/2004_6:45 hs

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