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 de
Tere Penhabe
Era uma vez que na verdade foram tantas um doce olhar que me sorria sem
que eu percebesse penetrava-me a alma fazendo ninho no meu
coração. Um homem que não me obedecia contra toda e qualquer
coerência em vez de me abandonar simplesmente sorria ficando, dia após
dia. Um sonho acalentado e repartido entre pessoas diferentes que
amavam o mesmo céu o mesmo sol quando nascia esperavam da vida, amanhã
igual. Um sentimento que nasceu tímido sem saber o que queria
ser foi crescendo aos poucos tomando para si a fama de louco de dois
seres muito iguais. Seres que roubaram da vida certezas e conceitos,
preceitos com isso construíram uma cabana à beira do destino que corria
lento; ali foram vivendo. Era uma vez que na verdade, foram
muitas um homem... e uma mulher.
Tere
Penhabe Itanhaém, 30/04/2003

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