Você apareceu um dia, de repente,
sem motivo aparente
tomou conta, sem pedir licença,
do coração e da alma
foi tão bom...sonhar com teu sonho...
viver teu viver...
Foi simplesmente maravilhoso
acreditar no teu sentir...

As madrugadas perderam
o tão marcante silêncio
o “tic tac” do coração,
passou a povoá-las intensamente
a inspiração explodiu
como fogos de artifício em mim
a alma voltou a ser criança,
ingênua e crente...forte.

Dividimos uma noite,
uma única noite que marcou
tatuando o amor lá no fundo da alma,
para sempre
uma vida inteira
cabe nessa nossa noite de amor
porque ele foi assim...
explendorosamente grande...

O sol passou a nascer cantando,
parceria dos pássaros
banhando uma gaivota com seus raios,
sobre o mar
acariciando uma onda mais ousada,
que se atrevia a ir além de onde devia,
talvez buscar alguém, não sei...

Assim eu fui vivendo a vida,
e a vida me vivendo
sonhos me povoando,
e eu povoando os sonhos teus
sem caber no coração tanta alegria,
tanto contentamento
Ah como foi bom amar você,
e os versos teus, tão meus!

Um dia o tempo parou...
tentei atropelar as horas,
obrigar aquele dia morno e sonolento
a andar,
foi tudo em vão
compreendi, em tempo,
que existe um tempo para tudo ser
que ao findar o tempo,
nenhum outro tempo jamais será...

Nesse momento eu acordei... ainda bem!!!

 

    Tere Penhabe
    Itanhaém, 15/04/2004_9:06 hs

 

 

 

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