Vendo o poeta a tecer sua história
invejo-lhe as nuances que ela tem
ao escrever o meu final com glória
tudo que resta é terra de ninguém.
 
Longas planícies a deitar na aurora
nuvens difusas a pintar meu dia
uma cascata do meu ser de outrora
me abraça forte e não vê rebeldia.
 
Porém o vento, meu grande inimigo
estraga o feito, tira-lhe os efeitos
e eu fico muda sem razão, sentido
deito na praia à mercê do sol...
 
Vejo o azul que mencionou o poeta
mas não sustenta a mim e à poesia
que busca sempre em cada por do sol
o que só encontra se amanhece o dia.

 

Tere Penhabe 
Santos, 14/05/2005_7:44hs

 

 

 

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