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não tenham pena que a pena é leve e a culpa é grande. E se um pecado passar sorrateiro perto da urna não deixem que entre. Poderiam contá-lo como voto em branco concretizando o que eu nunca fiz... Depois escrevam na minha lápide algum dia, de manhã "Aqui jaz: Um verso mal feito que morreu por não saber rimar. Que amava o mar e sabia que o sol é um travesti, que à noite ele é luar. Mas não contou o segredo por medo..." E então parem, já deu. Porque a lápide encheu.
Tere Penhabe
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