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"O céu e o mar são azuis. A felicidade também ... com bolinhas da mesma
cor."
O poeta estava certo, agora eu sei passei o dia procurando no
céu as bolinhas da felicidade e as descobri, intensamente. Só que não
eram as minhas mas um dia poderão ser. Estavam lá, entre as
nuvens entre as ondas do mar pulavam como peixes ao sol esvoaçantes
como borboletas belas como nunca vi igual... Como será que o Poeta
descobriu como será que viu, sentiu... será que procurou também? Ele só
não me contou, como faz para as nossas bolinhas criar soltar ao céu,
vendo-as voar. Conta, Poeta, um dia, conta, vai... Não seja mau, bem que a
mãe dizia que é o que todo mundo fazia contar o milagre, mas não o
santo. Mas eu hei de descobrir mesmo que tenha que navegar por esse
imenso céu e mar de encontro ao amanhã, talvez porque no ontem não está
jamais bolinhas de felicidade, e menos ainda essa alegria das
palavras que dançam pela vida, displicentes sem compromisso,
irreverentes como devia sempre ser, todo viver! Obrigada, Poeta, pelo mapa
da mina quando encontrar, minhas bolinhas eu mostrarei em verso e
prosa sempre espalhafatosa, como gosto de ser...e você verá no
céu junto com elas, fogos de artifício para comemorar essa alegria
imensa que é ser feliz!!!
Tere
Penhabe Itanhaém, 10/05/2004_10:15 hs

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