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Eu o vi naquela praça no meio da multidão tinha a magia nos
olhos mostrava seu coração.
Aquele rosto marcante jamais será
esquecido os seus movimentos ágeis a voz quente em meu ouvido.
Eu
me vi entre os seus braços no lugar da sua parceira comungando as suas
crenças sendo a sua companheira.
Seus olhos me dominaram por
completo, a noite inteira meus sonhos foram brilhantes minh'alma foi sua
bateia.
Era amor o que eu sentia o meu doce amor cigano que eu vivi
somente um dia mas pareceu muitos anos.
Ele era a própria liberdade
não pude prendê-lo a mim só absorvi a sua dança amando-o até o
fim.
Naquela mágica noite que eu nunca vou esquecer eu fui anjo e
fui demônio sem ao menos perceber.
Sem impedir que o sol nascesse o
doce encanto se perdeu o meu lindo amor cigano com os raios de sol
morreu.
Itanhaém, 28/08/2003

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