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Deslizo sobre o mar a minha fantasia meu corpo inundado em breve
poesia provoca-me o torpor de um brinde ao amor sonho de me doar, o corpo
ao vento e à proa.
Imbuída da coragem, que eu jamais teria embalo a
minha nau, nesse mar de revelias com que rege a vida o poeta estivador seu
canto queimado pelo sol do meio-dia.
Sou a aventureira, que busca nesta
vida doce aventura, que é poder lhe querer bem nenhuma dor ou pranto, sem
magoar ninguém pelas longas madrugadas, vendo o sol nascer.
Quisera
ser poeta, em versos lhe dizer o que espera ouvir de outra mulher. No
caminho de anseios, me intrometer mostrar-lhe o que não vê, fazê-lo
entender.
Mas tudo que me resta, eu volto a realizar a minha fantasia
deslizando sobre o mar tripudiando as ondas, envoltas em sol cegando
humanos, que se atrevem a olhar.
Santos, 18/06/2004_8:38hs

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