|
Era uma vez um homem Mas não um homem qualquer sua parceira era uma bela
mulher que o mundo denomina poesia.
Ele falava melhor do que
ninguém das coisas que a natureza tem semeava o amor na
ventania semente nenhuma jamais se perdia.
Eu o conheci menino
ainda que os poetas nunca têm idade por mais de uma vez, esse
poeta proporcionou-me a felicidade.
Muita alegria ele sempre nos
doava com seus versos que a viver, poetava, dando riso aos pássaros, e
vida às flores louvando os amigos, cantando os amores.
Seu coração,
era a manhã de sol que abraça o dia de inverno tirando-lhe o rigor que
maltrata fazendo dele um momento terno.
Tinha a alma bela, e o riso
infantil todo o encanto do ser juvenil. Seus sentimentos eram como
nuvens pintadas de branco num céu cor de anil.
O seu segredo, ter
amor sempre à mão o grande amor que nutre pelo mundo que Deus lhe deu em
troca de um segundo em que a sua vida, tornou-se oração.
Mesmo que
mil anos eu tivesse tido para desvendar-lhe a mente e os sentidos nunca
iria além da sua inspiração pois é onde reside, o seu
coração.
Tere Penhabe Itanhaém, 24/04/2004_10:45 hs

 ©
Copyright 2005 por Terezinha A.
Penhabe® Santos . SP - Brasil Todos os direitos reservados ®. Não
pode ser utilizado sem permissão do autor.
|