Era uma vez um homem
Mas não um homem qualquer
sua parceira era uma bela mulher
que o mundo denomina poesia.

Ele falava melhor do que ninguém
das coisas que a natureza tem
semeava o amor na ventania
semente nenhuma jamais se perdia.

Eu o conheci menino ainda
que os poetas nunca têm idade
por mais de uma vez, esse poeta
proporcionou-me a felicidade.

Muita alegria ele sempre nos doava
com seus versos que a viver, poetava,
dando riso aos pássaros, e vida às flores
louvando os amigos, cantando os amores.

Seu coração, era a manhã de sol
que abraça o dia de inverno
tirando-lhe o rigor que maltrata
fazendo dele um momento terno.

Tinha a alma bela, e o riso infantil
todo o encanto do ser juvenil.
Seus sentimentos eram como nuvens
pintadas de branco num céu cor de anil.

O seu segredo, ter amor sempre à mão
o grande amor que nutre pelo mundo
que Deus lhe deu em troca de um segundo
em que a sua vida, tornou-se oração.

Mesmo que mil anos eu tivesse tido
para desvendar-lhe a mente e os sentidos
nunca iria além da sua inspiração
pois é onde reside, o seu coração.

 

Tere Penhabe                                
Itanhaém, 24/04/2004_10:45 hs

 

 

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