Olho para o tempo
ele exige
explicações que eu não tenho
eu não procurei saber.

Ele sempre correu na frente
como criança
peralta e desobediente
não segurou minha mão.

Tentei acompanhar
chegar junto
abrir portas para o amor
da solidão me desvencilhar.

E tudo que eu consegui
uma janela
de onde eu olho a vida agora
passando lá fora, indo embora.

Fecho os olhos e tento inventar
uma história
de amor para ao mundo contar
não há quem acredite, jamais.

Meu coração tão cheio de ilusão
agora só
um corredor sem fim
onde ninguém mora, ninguém vive.

Mas não há porque chorar, sofrer
amor é paz
não pousará em lágrimas jamais
amor é a liberdade de viver, sorrir.

E só precisa de um minuto, nada mais
só um minuto
para viver, ser grande, renascer
marcar para sempre dois seres.

Depois voar...
O amor sempre voa...
como as águias...

 

            Itanhaém, 05/01/2004_00:49hs

 

 

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