Retrato de uma lembrança
mas só às vezes, nem sempre
ela tem muitas nuanças
entre si, todas diferentes.

Uma nos fala de ontem
 alguém que nos deixou
outra nos fala de hoje
 quem nunca nos abandonou.

Pode esconder-se nos olhos
nas palavras, no silêncio
no toque de uma mão trêmula
no momento de dizer adeus.

Pode ser grande ou pequena
morrer ou ficar para sempre
mas é impossível esquecer
a boa sorte de lhe conhecer.

Parecida com o amor
muitas vezes se confunde
pode ser ódio ou rancor
amizade, paz ou dor.

Quando ela passa por nós
nunca se vai totalmente
sempre renasce vibrante
remexendo o pensamento.

Se você não a conhece...
Ah! Amigo... como eu lamento!
A emoção é algo divino
mesmo sendo só um momento...

 

                Itanhaém,  10/11/2003 

 

 

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