O tempo me olha, não me acusa
julga-me, mas não dá a sentença.
Meu crime foi amar, esperar
sonhar e acalentar desejos.

Tudo que eu quis, foi me entregar
ser mais que um nome numa lista
ninguém jamais vai me acusar
de abandonar a luta.

Era uma guerra sem vencedores
como todas as guerras
onde derramei meus sonhos
atapetando a vida com eles.

A explosão que me acordou
que me fez parar, correr, fugir
foi uma escolha que findou
que não optou por mim.

Agora o tempo fica me olhando
querendo alguma coisa que eu não sei
mas eu lerei as entrelinhas desse tempo
e em tempo... o meu caminho escolherei.

 

              Itanhaém, 04/08/2003

 

 

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