Esse amor gigante, que me queima a alma
sempre irreverente, querendo crescer
pinta a alegria, no meu dia a dia
inda que a promessa, seja de sofrer.

Ele não pondera, nunca tem razão
nega as consequências que a vida mostra
nunca é covarde, medroso tampouco
ele é um doce afago no meu coração.

Esse amor valente, feito de ousadia
pisa no recado, que ouviu um dia
de alguém que lhe disse, ser uma ilusão
que o seu final, seria a solidão.

Esse amor vibrante, gostoso de ter
já driblou a vida, conseguiu viver
muito mais que um dia, sempre por você
nada ele espera, pois tudo ele tem.

Esse amor criança, que brinca comigo
é feito de anjos, fadas e cupido
se você não o quer, eu vou entender
mas não vou deixar, de sempre amar você.

 

Itanhaém, 24/06/2003               

 

 

Menu de Poesias

Principal

Assinar o Livro de Visitas

 


© Copyright 2004
por Terezinha A. Penhabe®
Santos . SP - Brasil
Todos os direitos reservados ®.
Não pode ser utilizado sem permissão do autor.
  

 

 

   

 

Poesias:

   A B C D E F G I J L M N O P Q R S T U V