Não tens direito à confusão, amor!
que nós não temos tempo para isso
eu na verdade só te dou o direito
de me amar cada vez mais e fim.

Das pedras que atiraste fiz meu templo
não de maldade, nem de maldizer
só um templo para guardar saudade
a doce saudade que me deste!

És o meu rei, meu par, meu dançarino
pouco me importa desde quando vives
és tu que encantas minhas noites lindas
és do meu peito, a tal grandeza enfim.

O meu perdão, terás que o merecer
se muito queres, venhas a correr
comece agora a me tecer os versos
que há tanto tempo estás a me dever.

Ninguém além de ti tem meu amor
o nosso amor de provocar delírios
por isso o teu ciúme  há de ser
desnecessário e só puro queixume.

Eu só não quero que ele roube a vida
que ainda temos para dividir
pois o ciúme é um ladrão, perfídia
herói sem causa, só vem destruir.

Aguardo-te a resposta, quero ver
se outras pedras vais jogar, ferir
pois se for isso que acontecer
de novo ao mar vou me atirar, sumir!

 

            Santos, 05/07/2004_10:40 hs

 

 

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