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Não tens direito à confusão, amor! que nós não temos tempo para isso eu na
verdade só te dou o direito de me amar cada vez mais e fim.
Das
pedras que atiraste fiz meu templo não de maldade, nem de maldizer só um
templo para guardar saudade a doce saudade que me deste!
És o meu
rei, meu par, meu dançarino pouco me importa desde quando vives és tu que
encantas minhas noites lindas és do meu peito, a tal grandeza
enfim.
O meu perdão, terás que o merecer se muito queres, venhas a
correr comece agora a me tecer os versos que há tanto tempo estás a me
dever.
Ninguém além de ti tem meu amor o nosso amor de provocar
delírios por isso o teu ciúme há de ser desnecessário e só puro
queixume.
Eu só não quero que ele roube a vida que ainda temos para
dividir pois o ciúme é um ladrão, perfídia herói sem causa, só vem
destruir.
Aguardo-te a resposta, quero ver se outras pedras vais
jogar, ferir pois se for isso que acontecer de novo ao mar vou me atirar,
sumir!

 ©
Copyright 2004 por Terezinha A.
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