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Busco você todas as manhãs para sondar-lhe a vida que dá vida ao meu
corpo que sem ela eu nada seria.
Busco em você, minha eterna
fonte de madrugada em madrugada esse calor que me envolve reconstitui,
docemente me faz.
Busco cristalinas gotas de amor as quais suaves me
banham numa carícia reconfortante sempre que a noite se vai.
Busco
suas mãos... seus lábios quentes todo o seu corpo que eu preciso muito que
faz do meu corpo o seu pertence que faz de mim, a dona do
mundo.
Busco! E se um dia não achar repousarei sobre o sonho que
existiu distante da vida real e verdadeira porém muito maior que tudo que
eu vivi.

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Copyright 2004 por Terezinha A.
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