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Se tenho que morrer, que seja por amor que não deixe ilusão tampouco alguma dor.
Que me cubram de rosas no último momento eu não quero as tulipas muito menos os crisântemos.
Se tenho que morrer que seja em grande estilo que não me guardem nunca porque eu ainda vivo.
Que não chorem por mim sequer por compaixão e jamais sintam pena quem pede é o coração.
Se tenho que morrer que eu não deixe mágoas que leve as saudades as mesmas que ficarem.
Que não sintam por mim a vida é sempre bela não há o que lamentar só porque chega ao fim
Se tenho que morrer que seja assim alegre do jeito que eu vivi com o que eu consegui.
E se quiserem, escrevam algum dia sobre mim aqui jaz quem amou amou até o fim!!!
Itanhaém, 26.10.2003
------------------------------------------------------------------------------------------------ CONCURSO INTERNACIONAL DE POESIA
LIVRE “SOL VERMELHO” -------------------------------------------------------------------------------------------------
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