Se tenho que morrer,

que seja por amor

que não deixe ilusão

tampouco alguma dor.

 

Que me cubram de rosas

no último momento

eu não quero as tulipas

muito menos os crisântemos.

 

Se tenho que morrer

que seja em grande estilo

que não me guardem nunca

porque eu ainda vivo.

 

Que não chorem por mim

sequer por compaixão

e jamais sintam pena

quem pede é o coração.

 

Se tenho que morrer

que eu não deixe mágoas

que leve as saudades

as mesmas que ficarem.

 

Que não sintam por mim

a vida é sempre bela

não há o que lamentar

só porque chega ao fim

 

Se tenho que morrer

que seja assim alegre

do jeito que eu vivi

com o que eu consegui.

 

E se quiserem, escrevam

algum dia sobre mim

aqui jaz quem amou

amou até o fim!!!

 

Itanhaém, 26.10.2003   

           

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17º Lugar no

CONCURSO INTERNACIONAL DE POESIA LIVRE “SOL VERMELHO”

Prêmio CELITO MEDEIROS 2004


Publicado em 2004 em livro do mesmo nome

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