Perdi você, quase sem querer
a dor que trago no peito
é um sinal que marca o tempo
em que eu amei você.

Perdi você, sem nada poder fazer
como um lencinho branco
que a correnteza levou
num rio que eu atravessei.

Perdi você, mas você não foi embora
tomou conta dos meus dias
e mora em todas as horas
só que eu não posso lhe ver.

Perdi você, como quem perde a razão
e tranca no coração
a vontade de viver...
sem você, não há mais porque.

 

Tere Penhabe                    
Itanhaém, 23/03/2003      

 

 

Menu de Poesias

Principal

Assinar o Livro de Visitas

 


© Copyright 2004
por Terezinha A. Penhabe®
Santos . SP - Brasil
Todos os direitos reservados ®.
Não pode ser utilizado sem permissão do autor.
  

 

 

    

Poesias:

   A B C D E F G I J L M N O P Q R S T U V