|

Elas me olhavam suaves como se quisessem mostrar-me o carinho que
receberam das mãos que as apanharam.
Como se quisessem me
insultar ou apenas me provocar porque nessa cálida manhã tiveram mais
do que eu.
Eram flores coloridas delicadas, muito lindas que eu
adorei receber da vida e de você.
Essa de cor amarela é como se
fosse a janela por onde observo o mundo que um dia eu
penetrarei.
As vermelhas, minhas preferidas pousam na alma e
queridas quase não saem de lá. Ah! Se eu pudesse tocar!
Tem também
a cor violeta forte, vibrante, guerreira como eu gostaria de ser sua
incomparável beleza.
Obrigada amor amigo por esse carinho
comigo. Eu estou a lhe dever mas um dia pagarei!
Tere
Penhabe
Itanhaém,
31/07/2003

 ©
Copyright 2004 por Terezinha A.
Penhabe® Santos . SP - Brasil Todos os direitos reservados ®. Não
pode ser utilizado sem permissão do autor.
|