Elas me olhavam suaves
como se quisessem mostrar-me
o carinho que receberam
das mãos que as apanharam.

 

Como se quisessem me insultar
ou apenas me provocar
porque nessa cálida manhã
tiveram mais do que eu.

 

Eram flores coloridas
delicadas, muito lindas
que eu adorei receber
da vida e de você.

 

Essa de cor amarela
é como se fosse a janela
por onde observo o mundo
que um dia eu penetrarei.

 

As vermelhas, minhas preferidas
pousam na alma e queridas
quase não saem de lá.
Ah! Se eu pudesse tocar!

 

Tem também a cor violeta
forte, vibrante, guerreira
como eu gostaria de ser
 sua incomparável beleza.

 

Obrigada amor amigo
por esse carinho comigo.
Eu estou a lhe dever
mas um dia  pagarei!

 

               Tere Penhabe                 
Itanhaém, 31/07/2003   

 

 

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