Uma colina se estendia suave e delicada
beijando mansamente o mar da Irlanda
observava ao longe penhascos dramáticos
olhos verdes tristes de uma mulher na janela.

Como um quadro que poderia de repente viver
como alguém que poderia entrar nesse quadro
o chalé abrigava a mulher que veio de longe
e a mulher que sempre esteve ali, a esperar.
 
Era um  lugar mágico, envolto em amor
um lugar em que se pode contemplar o coração
ouvir-lhe as batidas sonoras e constantes
ver a alma tingida de vermelho, cor da paixão.

 

Os diamantes  moldados no fogo do sol
foram recusados por não serem palavras
que o coração coloca nos lábios de quem ama
e o príncipe da colina das fadas, desconhecia.

 

As flores da lua, que eram pérolas
presente de Carrick para Gwen
perpetuaram-se no jardim encantado
onde todos se encontravam e se amavam.

 

Do coração do oceano, as safiras surgiram
para serem apaixonadamente ofertadas:
- Aceite-as e a mim, e lhe darei
tudo o que tenho e ainda mais!

 

O que esse príncipe provavelmente não sabia
é que a mulher que o amava intensamente
não queria seus tesouros, suas ricas pedras
queria pura e simplesmente, a sua vida.

 

A noite mágica, de sombras e luzes, luar
quando as fadas saiam para dançar
foi mostrando lentamente, aos teimosos apaixonados
o caminho do amor, único que existe para ser feliz.

 

Gotas de emoção salpicaram os amores da colina
na história de um lobo e a sua encantadora rainha
que se amaram para sempre entre o sol e a lua
enquanto as ondas do mar iam e vinham...

 

Num ritmo incessante, primitivo, sensual...

         

        Tere Penhabe                 
        Itanhaém, 09/07/2003   

         

"Poema inspirado no livro "Diamantes do Sol", de Nora Roberts"

 

 

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