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Amor... Que bom ouvir você me confessar teu ciúme!
Você que sempre
disse nada querer, nada esperar que a sua doce vida ia seguir sem
ninguém para lhe acompanhar.
Amor... Que bom ouvir você me
confessar que mudou!
Que hoje me esperou aflito que até me
castigou depois porque o vazio que encontrou muito lhe
incomodou.
Amor... Que bom ouvir você me confessar que
vive!
Tere Penhabe Itanhaém, 09/04/2003

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