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Doce amigo que a vida me deu quase o expulsei por um erro meu. Eu me perdi
ou me achei, não sei só sei que de um belo sonho acordei.
As portas e
janelas da minha vida batiam incessantemente, abertas. Lá fora, o dilúvio
inundava o mundo No meu rosto, um não era atirado.
Pensei que não ia
suportar tanta dor. Ah! Os riscos que se corre por um grande amor! Perder
um grande amigo, pode ser um deles mas um amigo é para sempre... o amor, nem
sempre.
Que bom que uma janela aberta me acordou e a nuvem negra que
nos cobriu, se foi. Que bom que um doce amigo meu ainda faz parte de
mim... do meu viver!
Itanhaém,
22/03/2003

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