Tudo se repete...
o mesmo céu cinzento
folhas amareladas de outono
vento soprando em gemidos
como se entoasse
triste canção de adeus.

Tudo acontece de novo...

o mesmo vazio sombrio
compasso de solidão
instalando-se aqui dentro
bem perto do coração
que lentamente adormece.

A mesma cena outra vez...
meu barco à deriva
vai de encontro às pedras
e eu nada faço
para evitar a catástrofe.
De outras vezes
a vida me salvou...

salvará mais uma vez?...

 

        Itanhaém, 05/03/2003

 

 

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