Rio de Janeiro... Que saudade!... Nunca te esqueci. Você foi meu
prêmio sonho grande e pequeno que um dia eu vivi.
Rio de
Janeiro... Que lamento! Nunca mais te vi. A saudade inda remexe dentro
do peito cansado quando penso em ti.
Rio de Janeiro... Que
alegria! Nunca mais vivi. O amor de praia, de samba canção não subiu a
serra, mas ficou marcado fundo, o coração.
Rio de Janeiro... Que
gingado! Nunca mais senti. Aquelas tardes mornas de andar sem
pressa não existem aqui.
Rio de Janeiro... Que liberdade! A chave
eu perdi. Quando em São Conrado querendo voar, me redescobri não pude
voltar, inteira pra mim.
Rio de Janeiro... Quantos amores! Eu deixei
aí. E o encontro marcado para o próximo século não
compareci.
Rio de Janeiro! que saudade de ti!...
Itanhaém,
11/02/2003

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