De uma janela entreaberta vejo o mundo lá fora fascinante, vibrante,
real tão marcante e diferente desse mundo que eu criei só para
mim.
Fera ferida que se
retrai confortando cicatrizes fugindo da própria alma negando suas
matizes.
E esse forte desejo vai
penetrando-me a pele entorpecendo os sentidos tirando-me da
janela.
Mas a coragem me falta retrocesso é
o que me sobra encurralada e medrosa eu volto para a janela.

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